Quando em Setembro escrevi aqui, que mesmo fazendo um esforço para acreditar no que as pessoas se esforçam por dizer, o estudo da CIP, feito com a contribuição monetária de alguns empresários em defesa do interesse nacional(?), não garantia, que um qualquer mas mais credível respaldo técnico encontrado pelo LNEC, não viesse a reequacionar a questão OTA.
Então, estava longe de pensar que isso aconteceria tão cedo e pela mão de Carlos Fernandes administrador da RAVE. Desconfiava, porque sou pessoa de vastos e variados defeitos que, só pretendiam calar o ponto de vista de um significativo número de gente, que distribuía gratuitamente mas com insistência, carradas de opiniões de vasto e sumarento apoio cientifico pelos media e pela blogosfera, e nunca alterar a solução OTA.
Os argumentos, pondo em causa a ligação do TGV ao aeroporto de Alcochete, devido a custos não contabilizados pela CIP no valor de 1,700 milhões de euros e outros, começaram ontem a ser esgrimidos num seminário promovido pelo Diário Económico.
Então, estava longe de pensar que isso aconteceria tão cedo e pela mão de Carlos Fernandes administrador da RAVE. Desconfiava, porque sou pessoa de vastos e variados defeitos que, só pretendiam calar o ponto de vista de um significativo número de gente, que distribuía gratuitamente mas com insistência, carradas de opiniões de vasto e sumarento apoio cientifico pelos media e pela blogosfera, e nunca alterar a solução OTA.
Os argumentos, pondo em causa a ligação do TGV ao aeroporto de Alcochete, devido a custos não contabilizados pela CIP no valor de 1,700 milhões de euros e outros, começaram ontem a ser esgrimidos num seminário promovido pelo Diário Económico.
Antes do LNEC vir a jogo com os argumentos finais, a CIP, terá agora de se aplicar nos treinos, abrir o jogo e mostrar até onde está disposta a ir na defesa do interesse nacional.
