Atitude perante a derrota...

Um soldado português destacado no estrangeiro recebe uma carta da noiva em Portugal.
.
A carta dizia o seguinte:
.
Querido Luís:
Não posso continuar com esta relação. A distância que nos separa é demasiado grande. Tenho que admitir que te fui infiel duas vezes desde que partiste e creio que, nem tu nem eu merecemos isto, sinto muito.
Por favor devolve-me a foto que te enviei.
Com amor, Maria.
.
O soldado, muito ferido, pediu a todos os seus companheiros que lhe emprestassem fotos das suas noivas, irmãs, amigas, tias, primas, etc. Junto com a foto de Maria incluiu todas as outras fotos que havia recolhido dos amigos. Havia 57 fotos no envelope e uma mensagem que dizia:
.
Querida Maria:
Perdoa-me, não consigo recordar quem és. Por favor, procura a tua foto no envelope e devolve-me o resto.
Com amor, Luís.
.
MORAL: Apesar de derrotado... há que SABER LIXAR O INIMIGO.
.
.
Agradecimentos ao Jorge B.

Lendo a vizinhança

Com o Titulo “ A Mulher de César” o Random Precision Publica o seguinte:

De facto, continuo esperançado e ansiosamente à espera de um qualquer desmentido, ou até de um simples e mero esclarecimento – por pequeno que seja – à notícia do “Expresso” de 25 de Outubro de 2003.

Segundo aquele semanário, o presidente da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Seara, assinou o despacho de autorização para o 3º loteamento do empreendimento «Belas Clube de Campo», propriedade do empresário André Jordan.

Este loteamento prevê a construção de 1600 novos fogos naquela urbanização, para além dos que já estavam previstos no projecto de loteamento inicial.

Acontece que, decerto por simples e mero acaso, este número de fogos constitui, nada mais nada menos, do que o triplo do que está actualmente previsto na lei do Plano Director Municipal de Sintra (PDM).

Para além disso o PDM permite somente uma densidade de 10 habitantes por hectare, enquanto a nova autorização de Fernando Seara permite agora uma densidade de 34,9 habitantes por hectare.

Isto sem falar do “pequeno problema” que decorre do facto de que o loteamento se situa dentro do corredor previsto para o IC-16.

Para ler todo o post, clique aqui.

António de Oliveira Salazar



António de Oliveira Salazar.
Três nomes em sequência regular...
António é António.
Oliveira é uma árvore.
Salazar é só apelido.
Até aí está bem.
O que não faz sentido
É o sentido que tudo isto tem.

Este senhor Salazar
É feito de sal e azar.
Se um dia chove,
A água dissolve
O sal, E sob o céu
Fica só azar, é natural.
Oh, c'os diabos!
Parece que já choveu...

Coitadinho
Do tiraninho!
Não bebe vinho.
Nem sequer sozinho...

Bebe a verdade
E a liberdade.
E com tal agrado
Que já começam
A escassear no mercado.

Coitadinho
Do tiraninho!
O meu vizinho
Está na Guiné
E o meu padrinho
No Limoeiro
Aqui ao pé.

Mas ninguém sabe porquê.
Mas enfim é
Certo e certeiro
Que isto consola
E nos dá fé.
Que o coitadinho
Do tiraninho
Não bebe vinho,
Nem até
Café.


Fernando Pessoa
1935
Ontem foi dia de jantar em casa da Mãe, era dia de Taça UEFA e o Sporting jogava na Suécia com o Halmstads.
Início do jogo e chamada para jantar, lá se vai a primeira parte. Antes da partida para a sala de jantar, levanto um pouco o som da televisão na esperança de ouvir os comentadores gritarem os golos do Sporting.
Com um ouvido na conversa de artroses e outro no som que vinha da sala, lá fomos comendo, até que, algo se passou, e o meu filho viajou em passo rápido até à sala. Aguardei pelas boas novas, que seriam sem dúvida alguma do primeiro golo do Sporting. Tardaram estas em chegar, afinal tinha sido penalty contra o Sporting e os suecos tinham marcado, bolas,...ainda bem que não estou a ver - começamos bem começamos, vamos ver como acabamos - logo de seguida, outro burburinho e nova corrida do meu filho à sala. Regresso agora mais rápido para informar que já tínhamos empatado com um golo do Wender. Boa, este já está a render e ainda agora chegou.

Quando acabamos de tomar o café, está na hora de começar a segunda parte e lá vamos nós para o jogo, se é que aquilo que se passou na segunda parte se pode chamar jogo, pelo menos no sentido a que nos habituámos a ver o Sporting jogar, conclusão óbvia; Se a primeira parte foi assim, ainda bem que não vi. Finalmente o Deivid, lá encosta o pé e mete o segundo lá dentro, e assim ficou o resultado final, 1 para o Halmstads e 2 para o Sporting, só não percebi o que andava lá a fazer aquele gordo do Silva, mas também nunca percebi o que o Silva andava a fazer no meu clube, enfim, os dirigentes sabem concerteza mais disto que eu, logo, eu é que devo estar a ver mal.

Final do jogo, regresso a casa e, PC com ele para ver o que se passava na blogosfera, tinha feito uns comentários no 100nada e no TheOldMan, e queria ver se tinha alguma resposta, nada, não me conseguia ligar, erro qualquer coisa, telefonema para a Telepac e sou informado que os técnicos estão a proceder a uma intervenção. – Tente mais logo, OK. Ponto final, vou mas é dormir.

Hoje de manhã, sou informado por um colega meu, que perdi um grande espectáculo no debate das autárquicas, era dia de frente-a-frente na Sic Notícias, entre o mangas arregaçadas e o marido da Bárbara, e pelo que me contaram, aquilo não correu nada bem, parece até que correu mal, e de tal maneira que no final e no momento de os candidatos se despedirem, não ouve despedida, mas somente uma tentativa do mangas arregaçadas, a que o marido da Bárbara não correspondeu virando-lhe as costas zangado, deixando o outro de mão estendida. O mangas arregaçadas, espantado, olha para o entrevistador e comenta: “Não me cumprimentou. Extraordinário”. Extraordinário é favor, para além de ter sido um grande momento televisivo e que eu perdi, verificou-se que o marido da Bárbara não esteve para fazer o frete de cumprimentar um gajo, que o tentou achincalhar, e eu, que até não morro de amores pela personagem – aplaudo.

Estou farto daqueles gajos que dizem tudo uns aos outros à frente das câmaras da TV e, depois quando acaba o debate são todos sorrisos e até vão beber um copo juntos. Isso sempre me cheirou mal, e como diz a minha mãezinha, quem não se sente não é filho de boa gente, e ele ás vezes – não sei se foi o caso, porque não vi – o que apetece, é dar uns bons estalos naqueles gajos que têm a mania, que à frente de uma câmara podem dizer tudo os que lhe apetece, que depois no final fazem as pazes.
Cá por mim, só pela atitude, um a zero, para o marido da Bárbara, porque mostrou ser sincero, e mesmo podendo nós considerá-lo uma criatura desagradável, mostrou que não finge em frente das câmaras.

Mar Português



Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma nao é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Fernando Pessoa, in Mensagem

Campanha de Solidariedade

Se receber um postal do Governo com a mensagem "Poupe Água", retribua a gentileza enviando um postal com a mensagem "Poupe Dinheiro"...

É por estas e por outras...

Quando António Vitorino, o ex-comissário europeu, recusou ir para o Governo: - todos pensámos mil e uma coisas e entre elas que seria talvez um caso de empreendorismo, confirmado, após a sua aderência à iniciativa privada, abrindo o seu escritório de advogados. Só que, agora foi este contratado pelo Governo, para assessorar a Parpública no processo de negociação com a Eni.
... Mas que podemos nós pensar, se tivermos em conta que os gestores públicos, ganham substancialmente mais que os ministros? Pois é, é por estas e por outras, que este País está no estado em que está.

The Observer - O beijo da gratidão

Ele tinha acabado de salvá-la de um incêndio em sua casa, resgatando-a e levando-a para a relva em frente à casa.
Ela estava grávida. O bombeiro teve medo dela no início, pois nunca antes tinha feito um salvamento daqueles.
Quando finalmente o fogo foi extinto, o bombeiro sentou-se na relva para recuperar o fôlego e descansar um pouco.

Um fotógrafo do jornal "The Observer", notou o olhar dela para o bombeiro.
Ele viu-a andar na direcção do bombeiro, e perguntou-se o que iria ela fazer.Enquanto o fotógrafo levantava a câmara, ela aproximou-se do bombeiro que tinha salvo a sua vida e a dos seus filhos e "beijou-o".





Os meus agradecimentos ao ARodrigues, pela dica.

Rui Barbosa


Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar a casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar os seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:

- Oh, bicéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, confuso, pergunta:
- Doutor, eu levo ou deixo os patos?


Rui Barbosa, advogado, jornalista, jurista, político, diplomata, ensaísta e orador, nasceu em Salvador, BA, em 5 de novembro de 1849, e faleceu em Petrópolis, RJ, em 1o de março de 1923.
Desenvolveu intensa atividade política a favor da abolição e, posteriormente, na fase final do movimento republicano, nas articulações que culminaram com o derrube da monarquia no Brasil, em 15 de Novembro de 1889.
Orador imbatível e estudioso da língua portuguesa, foi presidente da Academia Brasileira de Letras em substituição ao grande Machado de Assis.

São dele, algumas frases marcantes, de que deixamos estes exemplos:

Um povo cuja fé se petrificou, é um povo cuja liberdade se perdeu. (Rui Barbosa – Disc. E Conf., 263).

Toda a capacidade dos nossos estadistas se esvai na intriga, na astúcia, na cabala, na vingança, na inveja, na condescendência com o abuso, na salvação das aparências, no desleixo do futuro. (Rui Barbosa – Colunas de Fogo, 79).

O ensino, como a justiça, como a administração, prospera e vive muito mais realmente da verdade e moralidade, com que se pratica, do que das grandes inovações e belas reformas que se lhe consagrem. (Rui Barbosa - Plataforma de 1910, 37)

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. (Senado Federal, RJ. Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86)
.

Faixa de Gaza



Depois de há 25 anos, Israel ter abandonado a Península do Sinai, hoje abandonou a Faixa de Gaza, uma região com 360 quilómetros quadrados e 1,4 milhões de habitantes, que fica a partir de agora sob o controlo exclusivo da Autoridade Nacional Palestiniana.

Esta ocupação que durou 38 anos teve início em 1967 na sequência da chamada “Guerra dos seis dias”.

O último soldado a abandonar a Faixa de Gaza, fê-lo pelas 4:50, hora de Lisboa e o último colonato a ser abandonado foi Netzarim, a colónia que tinha um soldado por cada habitante.

Para trás e de pé, e contra a opinião dos Palestinianos só ficaram 24 das 26 sinagogas existentes, – o que poderá vir a provocar problemas religiosos com os Judeus – começa agora o teste à capacidade da ANP, que tem de gerir um território com 45% da sua população desempregada, mas isso não parece desanimar o Presidente Mahmud Abbas, que afirma, irem os palestinianos mostrar ao mundo que merecem um Estado.

Hoje não houve romaria


Hoje não houve romaria ao meu posto de trabalho, como por vezes acontece depois de um derby. Reparei quando fui almoçar, que o dia está fantástico, um sol radioso e o ar mais limpo, e até me pareceu que uma parte das pessoas com quem me cruzei, estão mais elegantes, isto, presumo, seja devido ao fim do inchasso de que sofriam “seis milhões” de portugueses. As dietas são assim, e eu espero em nome da qualidade estética e visual que assim continuem.

Falei hoje a meio da manhã com uma amiga que está de férias em Barcelona e ao contrário das previsões meteorológicas, está também por lá, um excelente dia. São assim as coisas boas, contagiantes.
O dia promete continuar bonito e quem sabe, toda a semana.

Que bem que se está no campo, Adelaidinha.

Sporting 2 - 1 Benfica


Ontem foi dia do derby dos derbys, e hoje está um excelente Domingo, a chuva assentou a poeira, a brisa fresca que ontem à noite se sentiu, afastou para já algumas nuvens que teimavam em esconder o azul límpido do céu.

É este um Domingo de sol radioso e fresco tanto do nosso agrado.

Que bem se está no campo, Adelaidinha.

Hoje é dia, Do derby dos derbys




JOSÉ PESEIRO: “QUEREMOS VENCER”
José Peseiro confia numa vitória do Sporting no derby, garantindo que a equipa não irá mudar a sua identidade só porque defronta o Benfica. O treinador “leonino” desdramatizou as ausências, salientando que o grupo de trabalho está motivado para vencer e os ingressos de Wender e João Alves serviram para tornar o Sporting “mais forte”. Quanto ao mau momento do Benfica, Peseiro pede o tempo que não lhe deram, para que Koeman consiga impor as suas ideias.
João Alves e Wender nos convocados.

Lá estarei, está tudo combinado. Ponto de encontro em minha casa, a partida para as imediações do Estádio está marcada para as 18:30hs, começa aí a festa do futebol que esperamos terminar em beleza.

O Sporting na wikipédia.

Só há uma Moral



Depois de ler este contundente artigo de Joaquim Vieira, oferece-se-me dizer o seguinte: - A Moral é só uma, não existe moral de primeira e moral de segunda, e ou há, ou não há, pelo que, as criticas aos Avelinos, aos Isaltinos, aos Felgueiras aos Valentins, e a outros tais, continuam a ser válidas. Não é por Soares, na sua condição de PR, ter feito o que fez, que devemos passar um pano sobre os que lhe estavam abaixo, continuamos sim, a ter Moral para criticar todos aqueles que prejudicam Portugal, e é isso mesmo que a sociedade civil deve continuar a fazer, não branqueando qualquer tipo de imoralidade.

O Quinto Império



Triste de quem vive em casa,
Contente com o seu lar,
Sem que um sonho, no erguer de asa,
Faça até mais rubra a brasa
Da lareira a abandonar!

Triste de quem é feliz!
Vive porque a vida dura.
Nada na alma lhe diz
Mais que a lição da raíz --
Ter por vida sepultura.

Eras sobre eras se somen
No tempo que em eras vem.
Ser descontente é ser homem.
Que as forças cegas se domem
Pela visão que a alma tem!

E assim, passados os quatro
Tempos do ser que sonhou,
A terra será teatro
Do dia claro, que no atro
Da erma noite começou.

Grécia, Roma, Cristandade,
Europa -- os quatro se vão
Para onde vai toda idade.
Quem vem viver a verdade
Que morreu D. Sebastião?

Fernando Pessoa, in Mensagem

Portugal e o Mar



O mar foi o nosso caminho para o mundo, a sedução permanente da aventura, a rota fascinante do desconhecido.
Com outras Nações da Europa fizemos o comércio do Norte, sozinhos avançámos além do Magrebe, “transpusemos” o deserto e achámos o caminho do ouro da Guiné.

As caravelas, que dolorosa mas firmemente galgaram os mares tremendos do Bojador, e as Naus, que passaram para lá do Cabo das Tormentas, encontraram a história da África Negra, e contribuíram para o encontro da Europa consigo mesma.

Com lágrimas, com heroísmo generoso, e estranhas vilezas, este povo virado para o Atlântico transformou os monstros que povoavam os mares em correntes e ventos, abriu novos caminhos de comércio, desenvolveu de forma inquestionável a ciência náutica, a construção naval e a cartografia.

Como diz António Sérgio, “As navegações não se fizeram a acertar (...) houve um plano de conjunto muito bem estudado nas suas minúcias, um querer consciente e positivo, e todas as forças na Nação se coordenaram para um grande fim”.

Ocupámos e povoámos ilhas desertas com homens e animais, e experimentámos as mais diversas culturas, em terras e climas até então desconhecidos.

Pelo mar, espantámos a Europa com animais tão estranhos como o Rinoceronte, ou tão belos quanto o Antílope, inundámos os mercados de especiarias e plantas exóticas.

Pelo mar, caldeámos homens e culturas, construímos uma mentalidade nova para um mundo novo.

Fomos os primeiros europeus a chegar ao Japão, a comercializar directamente com a China, a avançar pelo interior do Brasil, a substituir os moiros no domínio comercial do Índico.

É por via do mar, que milhões de pessoas de inúmeros países e regiões do mundo pensam e falam em português, e não têm qualquer dúvida em considerar como sua, parte da história deste povo antigo, que soube encontrar as suas fronteiras territoriais, muito antes de qualquer outro País Europeu.

Rui Rasquilho - Circulo de Leitores.

Katrina, e os desenvolvimentos (co)laterais.


Ontem no Jornal de Negócios, José Diogo Madeira escreveu o seguinte:

"O Katrina, para quem gosta de interpretações mais cabalísticas destas coisas, será um sinal de Deus aos americanos para que começem a olhar para o que se passa dentro das suas fronteiras, esquecendo por um bocado os seus ímpetos militaristas no exterior.
Mas como vivemos dentro dos parâmetros do racional cartesiano, o Katrina foi, quanto mais não seja, uma terrível catástrofe natural que nos fez olhar de outra forma para os Estados Unidos da América e descobrir que por debaixo de uma fina máscara de modernidade e até de algum «glamour», está apenas um país de pobres e ao nível do que pior se encontra no Terceiro Mundo.
Bye bye, América. O mundo merece outros donos.

Para ler o artigo, clique aqui.

Nova Orleans


«Tal como em Sodoma e Gomorra, talvez tudo isto seja um acto de Deus, destinado a limpar-nos e a purificar-nos»

Estas são palavras de Oliver Thomas, presidente do Concelho Municipal de Nova Orleans.

Já que estão em maré de purificação, podem começar por fazer força junto ao senado, para que o governo dos EUA assine o Protocolo de Quioto.

Katrina


Clique para aumentar.

Acabaram as férias

Não há bela sem senão e as férias têm destas coisas, dão-nos ás vezes mais tempo para pensar e para rever um sem número de pensamentos, que, de outra forma e com a azáfama do trabalho diário, não nos seria possível. Falo como compreenderão, daqueles que são obrigados a trabalhar para sobreviver, o que é uma grandessíssima chatice, mas que fazer se até hoje ninguém deu ouvidos ao Professor Agostinho da Silva no seu meritório anseio de acabar com o subsidio de desemprego e criar um subsidio para o Ócio, que, acrescento eu seria vitalício, porque não? Bastaria para tal, que o direito ao Ócio fosse automático para todos os pais a partir do 5º filho, o sexto já daria lugar a um aumentozito no respectivo subsídio, tínhamos o problema demográfico da Europa resolvido, o problema da Segurança Social, idem, e para aqueles que por dificuldades técnicas não os pudessem ter, valia a adopção, temporalmente regulada claro, tal como para os outros, senão a malta, começava a trabalhar afincadamente aos 17, para obter o subsidio aos 22, e ninguém com pretensões a um subsidio de Ócio, poderia demonstrar tamanha entrega a tão árduo trabalho, que para alguns seria divertimento, mas isso é assim com tudo, haverá sempre gente que se divertirá com o trabalho, enfim, é a vidinha.

Vem isto a propósito, não vem, mas é como se viesse, da informação que tenho para vos dar e que qualifico de relevante, já que, devido à insistência do director deste blog, para mascarar um pouco as insuficiências intelectuais do redactor e dar um arzito de quem sabe qualquer coisa, chegando mesmo a criticar, – vejam lá o desbocado! – a qualidade dos posts que me tenho dado ao trabalho de fazer, decidi, mas devo dizê-lo, sem a mínima contrariedade, fazer uma pequena alteração no alinhamento dos conteúdos do Espreitador, introduzindo um novo tema, que, devido à sua importância, merece bem e não o faço por menos, a relevância que mencionei. Não meus caros, não foi queda, a ideia surgiu, isto é; sejamos justos, e digamos antes que fui obrigado por uns dignos pensadores, que resolveram pôr por escrito aquilo que pensam, e eu, caí na “asneira” de os ler, vai daí, uma coisa leva a outra e catrapumba, quando reparei já o cão me tinha mijado nas pernas e eu já estava a ler umas outras coisas que tinham tudo a ver com as primeiras. Devido a esse incidente, porque de um incidente se tratou, resolvi então, chamar a atenção dos que me lêem para outras formas de pensar, passe a imodéstia, acredito veementemente que entre os que me lêem existe muito boa gente pensante, não fossem Vossas Excelências meus leitores.

Mas perguntam-me vocês: Com tanta lengalenga, com tanto tergiversar, com tanto vanilóquio, de que se trata afinal?

Bom, quando nos metemos numa coisa nova, o melhor é mergulhar de cabeça e sem medos, que depois logo se vê no que dá, e cá estaremos de peito-feito para enfrentar possíveis detractores da imagem deste digno e mui nobre Espreitador.
Sem mais delongas, vamos ao que aqui nos traz, que é o que interessa; trata-se assim sem mais nem menos de acompanhar e divulgar aqueles que se dão ao trabalho de pensar um novo rumo para Portugal.

Os posts de “Um Novo Rumo Para Portugal”, surgirão amiúde, assim como quem não quer a coisa, e tentarão demonstrar e dar a conhecer, que na sociedade actual, há quem mande ás ortigas o Estado-Razão e pense diferente, sem o receio de poder ser considerado utópico, tal como outros já o fizeram. Os princípios são os do Quinto Império do padre António Vieira, Quinto, porque segundo ele, na interpretação de Agostinho da Silva, não haveria Sexto, já que, acreditava que os males de Portugal, tinham a ver com o comando, logo como o seu Quinto era católico, e por maioria de razão o seu comando entregue a Deus, não poderia haver sexto, assim ficou até hoje e nem Pessoa nem Agostinho o alteraram.

Amanhã começaremos com a publicação dos referidos posts, sem detrimento de outros que, como até aqui, nos apeteçam e achemos pertinente publicar (ou pensavam que já tinha enterrado os poetas, ou as coisas comezinhas da vida?), estejam por isso atentos, os prémios serão deveras aliciantes, assim como os anúncios do Google que vos ofereço no final da página.