A cena decorre no Sul do País, numa esplanada como já há poucas (perdoem-me o saudosismo), completamente ensombrada por grandes arvores.
Os personagens são o empregado e dois familiares meus e, a protagonista, é uma rasteirinha doce de quatro anos. O ritmo é o de férias, suave, como deve.
O empregado, solícito, espera a finalização do pedido.
A mãe, virando-se para a rasteirinha doce de quatro anos, pergunta:
- Queres um “Ice Tea” de manga?
- Sim!
Olhando o empregado, a mãe termina o pedido:
- É também um “Ice Tea” de manga!
Nisto, a rasteirinha criatura de quatro anos, roda a carola loira, encara o empregado e subvertendo os princípios hierárquicos, qual “franco-atirador” (comas hesitantes), complementa:
- Comprida!
Após uma fracção de tempo necessário à assimilação do singular complemento, o solícito empregado, com manifesto senso de humor, perde a compostura e resgata lá dos confins uma gargalhada que os presentes acompanham.
Os personagens são o empregado e dois familiares meus e, a protagonista, é uma rasteirinha doce de quatro anos. O ritmo é o de férias, suave, como deve.
O empregado, solícito, espera a finalização do pedido.
A mãe, virando-se para a rasteirinha doce de quatro anos, pergunta:
- Queres um “Ice Tea” de manga?
- Sim!
Olhando o empregado, a mãe termina o pedido:
- É também um “Ice Tea” de manga!
Nisto, a rasteirinha criatura de quatro anos, roda a carola loira, encara o empregado e subvertendo os princípios hierárquicos, qual “franco-atirador” (comas hesitantes), complementa:
- Comprida!
Após uma fracção de tempo necessário à assimilação do singular complemento, o solícito empregado, com manifesto senso de humor, perde a compostura e resgata lá dos confins uma gargalhada que os presentes acompanham.
Claro está, como “bloguiano”, pensei: Ah, tão giro!… este tema dava um “post”. Enfim…
Deixo-vos com um aforismo de Pamuk: “Só os idiotas são verdadeiramente inocentes”.
