A julgar pelo caso Ota/Alcochete…

… não existem estudos técnicos rigorosos ou definitivos em Portugal. Já sabíamos. Se por acaso estivesse-mos a lidar com governantes sérios e competentes, seria um mistério insondável, um mistério sem fim que nos tiraria boas horas de sono. Felizmente, o cerne da questão é de incompetência e preguiça genética da horda inepta que gasta os nossos impostos neste carnaval e, assim sendo, temos a solução no combate às medidas arbitrárias e perigosas porque acéfalas e falhas de sensibilidade que, contribuem para este lamaçal de desânimo e estão no âmago de muitos problemas.
A solução está na gestão de excelência, no desenvolvimento de vantagens competitivas de forma a ultrapassar limitações reais ou imaginárias, desenvolvendo e agindo de acordo com estratégias de longo prazo, controlando tarefas e expectativas do “capital humano” de forma pró-activa que permita atingir objectivos estratégicos em vez de apagar fogos, explorando toda uma gama de factores para aumentar o crescimento em detrimento do trauliteiro e turvo sucesso competitivo à custa de baixos salários e, a típica redução de custos sem grande expressão económica que, muitas vezes, não segue os prestimosos conselhos do bom senso e não admite inteligência opinativa.
O contrário, subverte o significado da “palavra assumida”, corrompe e substitui-a por matéria descartável e, é por isso, que são necessários novos métodos que sustentem as ideias primordiais, para daí, partirmos para o combate à crise do sistema de valores capitalista fruto de economia de cordel onde, soberbamente, se submerge a gestão inteligente a troco de todo um espectro de futilidades, o que, todos sabemos, não constitui de forma alguma um “ambiente estável”.


Publicado também aqui.

1 comentário:

profanus disse...

desculpe não o li.... sobre isto penso que já estava tudo acertado, e nós assistíamos a o circo à falta de melhor.... A Ota há muito que estava comprada para agora ter ... sabe-se o quê.... quem comprou, sabia o que estava a fazer ... Mário Soares e outros não ?
cordialmente