Bilderberg!

Na continuação deste post com o titulo “Ainda Bilderberg...” volto hoje ao tema, por o mesmo estar longe de se esgotar.

Imaginem um clube onde presidentes, primeiros-ministros e banqueiros internacionais convivem, onde a realeza presente garante que todos se entendem, onde as pessoas que determinam as guerras, controlam os mercados e impõem as suas regras a todo o mundo dizem o que nunca ousariam dizer em público. Pois esse clube existe mesmo e tem um nome.
(Daniel Estulin – The Road to Tyranny – 2005)

…um grupo restrito dos homens mais ricos, mais poderosos económica e politicamente e mais influentes do mundo ocidental, que se reúnem secretamente para planear acontecimentos que, mais tarde, parecem acontecer por acaso.
(The Times, Londres 1997)

É difícil reeducar as pessoas que cresceram no nacionalismo para a ideia de renunciarem a parte da sua soberania em favor de um órgão supranacional.
(Príncipe Bernhard, fundador de Bilderberg)

Sei que é certo que as pessoas e as organizações não são absolutamente «más» nem absolutamente «boas». Sei que, dentro delas, tal como acontece com cada um de nós, existem necessidades de sobrevivência, domínio e poder que lutam contra as necessidades de filantropia e amor para dominar o seu comportamento. Mas parece que, no Clube Bilderberg, prevalecem (embora não de uma forma absoluta) as necessidades de poder.
Estes matizes, de modo algum retiram importância à terrível situação de alienação a que nos estão a conduzir.

Manter a maioria da população num estado contínuo de ansiedade interior funciona porque as pessoas estão demasiado ocupadas a garantir a sua própria sobrevivência ou a lutar por ela para colaborarem na constituição de uma resposta eficaz. A técnica do Clube Bilderberg, repetidamente utilizada, consiste em submeter a população e levar a sociedade a uma forte situação de insegurança, angústia e terror de modo que as pessoas se sintam tão exaltadas que peçam, aos gritos, uma solução, seja ela qual for.
(Daniel Estulin – The Road to Tyranny – 2005)

A História ensina-nos por analogia e não por identidade.
A experiência histórica não implica ficar no presente e olhar para trás. Implica antes, olhar para o passado e regressar ao presente com um conhecimento mais amplo e mais intenso das restrições da nossa perspectiva anterior.

13 comentários:

RS disse...

E por isso é tão importante estudar o passado. E por isso me preocupo com o nível que terão um dia os que hoje estudam para depois serem professores por necessidade, não por querer.

Vivemos dias de tempestade.
O que me preocupa, é o olhar aflito que as pessoas põem nos governos, ao sentir este vento.
O que me assusta, é ver como se deixaram convencer de que o Poder existe para além delas, quando são elas que o detêm.
O que me enoja, mais do que angustia, é ver tanta gente de joelhos...
Dias amargos nos esperam.
Preparemo-nos.

Um abraço,
RS

oalcoviteiro disse...

Lapidar. Algo que a escola. por exemplo. parece ter esquecido. Bom'dia, um abraço.

Poliana Pasa disse...

Cara!
Muito bons esses últimos posts. Nem sei o que dizer.
Acho que vou ler de novo.

Abraços.

Mendes Ferreira disse...

por analogias sempre. por quem tenha olhos e memória e voz.



obrigada.


por esta memória!


beijo.

isa.

Bill disse...

Nem sempre se descobre quem controla os fios de tudo que se passa na sociedade, simplesmente ser alienado é o que se pede... Temos que acordar...

[s]s

Beatriz disse...

E a saga continua. Bom, não acho que os lobbies sejam um mito, mas para me render à seita maléfica que nos controla e rege precisava de fontes mais fiáveis. De qualquer forma, e debruçando-me sobre esse último paragrafo, mais do que congeminar sobre quem congemina nas nossas costas e sobre o nosso destino enquanto mundo, era mesmo melhor ideia pensar que momentos de apertos não devemos ter tido na história que nos possam elucidar sobre qual a melhor postura face à "crise política, económica e moral" que nos terrifica a todos. Ou então, fazer-nos espertos também para mudar e denunciar do alto o que vai mal, dentro e fora das nossas províncias...

mais uma vez, caro Pires, peço desculpa pelas reflexões demoradas e viciosas que tenho

beijinhos e obrigado pelas visitas

Mocho Falante disse...

há sempre um big brother que mexe nos cordelinhos, não passamos de fantoches nas mãos dos poderosos

Abraços

PiresF disse...

Olá Beatriz!

Para que possas tirar mais algumas dúvidas, vem a propósito a publicação de Janeiro no Semanário digital, um artigo sobre a matéria.

Com o título “Todos os portugueses de Bilderberg” refere-se ali, algumas das coisas que eu já disse.

Como referem matéria minha conhecida, podes com os teus próprios olhos dar lá uma saltada.

Aqui fica o endereço directo à matéria.

http://www.semanario.pt/noticia.php?ID=2573

Um abraço.

Intervencionista disse...

Apenas uma perguntita... tens o livro The Road to Tyranny ?

Thanks,

PiresF disse...

Intervencionista!

Yessssssss!!!!!!

LM disse...

Nunca tinha lido nada sobre esta organização.
Vou documentar-me.
Beijinho

paper life disse...

Já qefalamos de passado vei-me a ideia louca de pensar nos medos dos primeiros homens sobre a terra.

Eles tiveram-nos a partir do momento pelo menos em que descobriram que a sua tribo não era única.

Ah, as tribos nunca vão acabar... Nem os medos, nem os prepotentes.

Anónimo disse...

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