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Que venha o frio e dos soutos do meu país, a bela e outonal rainha.
Juntem-se os confrades, iniciem-se os festejos… que doirado é o lastro, pr'a prova do vinho novo.
E no recinto da festa faz-se ouvir o pregão: Quentes e boas! Quentes e boas! Enquanto as moçoilas cantam: A castanha tem manha, vai para quem a apanha...
E no caminho aberto pelos gigantones, desce a rua a filarmónica.




