Curemos então as mordeduras. Isto, por causa da Tarantela, claro.

No correcto entendimento que tenho desta coisa das correntezas e para não contrariar o Porto Croft, companheiro desta estrada e de impensados caminhos por quem tenho sincera amizade, lá abro o que me estava mais à mão na pagina 161 e leio a 5ª linha que aqui reproduzo:

…tornava-te merecedor de uma cerimónia mais grandiosa, mas nada te apagará…”

Esta é a tal que me pede e que, está inserida no seguinte contexto do “Goor - A Crónica de Feaglar II” do meu amigo Pedro Ventura:

“O teu sofrimento e o valor com que serviste a minha família tornava-te merecedor de uma cerimónia mais grandiosa, mas nada te apagará das nossas memórias…Talvez agora o teu espírito encontre o de Nimel e lhe possas dizer tudo o que nunca pudeste dizer em vida. Adeus, meu amigo. Obrigado por tudo!”

Cumpre-me agora, confesso que com preguiça e pouco propósito cívico, passar a correnteza a cinco amigos. Pedindo desde já desculpa por tê-los metido nisto e, mesmo aos que não se revêm nestas coisas, digo-lhes que espero com absurda e sintomática fé, que cumpram sem espinhas a correnteza como se fosse a dança de S. Vito (por causa das tarantelas, claro).

São eles:

Sá Morais – Ideias Fixas, Bill – Realidade Torta, Isabel Mendes Ferreira - Piano, Madalena Pestana – Não há rios iguais e a Gi – Pequenos Nadas

9 comentários:

Bill disse...

E será uma honra pois claro.
Já vou preparar para o próximo post.

E tu fica exibindo esse livro né, só pra me deixar com mais vontade hhahah

Abraço amigo e ótimo fim de semana

[s]s

sa morais disse...

:)

Obrigado pela escolha! ;) Irei então aceitar a picadela e dançar de forma frenética sobre um livro até à página referida.

Abraços!

Gi disse...

Hoje durante o dia vou tentar proceder em conformidade com solicitado :) Se não conseguir, amanhã sem falta lá estará.

Resto de um bom dia

Um beijinho

Fuser disse...

O meu diário de canções retorna nesse Doce Novembro.

beijos

Fuser

Anónimo disse...

SILÊNCIO CULPADO disse...
Perante uma grande sacanice que está a ser feita sobre alguns professores que não recebem vencimento,têm horários d e12 horas ou estão a recibos verdes sugere-se que todos os blogues publiquem a notícia que está no http://cegueiralusa.blogspot.com

paper-life disse...

Olá amigo. Não sei se te agradeça a escolha lol.

Agradeço, claro. Fiz um post mas não cumpri as regras todas. Não há nada a fazer comigo. Estrago desde miúda as cadeias.Parecem bruxaria. hehe

Beijinho

isabel mendes ferreira disse...

:))))))))))))
:((((((((((((((((
_______________oh______________
doce e inefável preguiça de dizer não ao trabalho insano ...
pois....
já fui tantas vezes desafiada para este abrir de página que não tenho já dedos para exfoliar pensamentos...
Querido P. não vou fazer este desafio. Mas só por esta preguiça que me persegue os traços da vida...
Mas o pensamento que perfilho e não sigo é : "date obolum Belisario"....:)
que é mais ou menos assim: dai a mão protectora a todo o homem eminente perseguido pela adversidade...:)
e porquê? por que sou muito má...e tenho pena dos Eminentes que ignorantes nem com as adversidades aprendem,
e nos "castigam por isso"..(falo obviamente dos políticos que andam por aí...).

e é tudo.

por ora.


(segredo): até tinha visto...mas achei que ía fazer de conta que não...:)))).

mas não me "safei"...claro que digo isto com a maior das ternuras.


e já vai longo o desabafo. em dia de S.martinho....com vinho maduro...e um beijo "acastanhado" pelo fogo do tempo partilhado.


bom dia!!!!!!!!!!!!!!!!!

e quero de volta um sorriso.
PRONTOSSSSS.

isabel mendes ferreira disse...

uffa....

ainda bem que ganhei o sorriso.


:)

_______________________.

Bill disse...

Réplica taranteliana (=

Já que Pra Hoje ainda está de birra, coloco aqui também.

“…e eu não estávamos com sono, ele foi buscar uma capanga bonita…”

Essa mesma contida no livro “Grande Setão: Veredas” do genial João Guimarães Rosa no contexto:

“Aí nesse mesmo meio-dia, rendidos na vigiação, o Reinaldo
e eu não estávamos com sono, ele foi buscar uma capanga bonita
que tinha, com lavores e três botôezinhos de abotoar.”

[s]s