Agradecendo a todos os que comentaram, deixaram mensagens de boas festas e de preocupação com a minha saúde no post abaixo, que originou o pulsão, não de ego mas moral, de informar que; embora a maldita e obstinada constipação tenha por aqui assentado arraiais, não foi o motivo primeiro (embora tenha contribuído com algumas partículas), da minha ausência.
Acontece que (e a coisa sem nuances ou escapadelas é tão prosaica como isto) não me apetece blogar. Os motivos são vários, não carecem de psicanálise e não vêem ao caso, mas como estou com a mão na massa e, sem fazer o balanço terreno e costumeiro destas alturas porque seria desequilibrado e penderia inevitavelmente para o lado da desvergonha, faço simplesmente votos para que o 2007 seja um ano onde a dignidade, a moral e o respeito sejam vitalícios, que a família e a felicidade ocupem por direito o trono da nossa vida e os amigos tirem BI para o resto do nosso caminho.
Para que tudo isto seja possível, e à laia de explicação tipo bilhete em garrafa lançado ao Tejo, basta seguir o conceito de lei universal onde Kant com clareza e exactidão tão bem expressou o carácter autónomo da razão, ou seja: quando decidimos uma acção, seguindo o criticismo das três perguntas básicas da filosofia Kantiana: Que posso saber?, Que hei-de fazer?, Que posso esperar?, devemos perguntar-nos se esta poderia ser tomada como lei universal, se sim, então, atreve-te a servir-te do teu próprio entendimento, tendo em atenção como dizia Voltaire, que a tolerância é o património da razão.
Pronto... fico-me por aqui.
Acontece que (e a coisa sem nuances ou escapadelas é tão prosaica como isto) não me apetece blogar. Os motivos são vários, não carecem de psicanálise e não vêem ao caso, mas como estou com a mão na massa e, sem fazer o balanço terreno e costumeiro destas alturas porque seria desequilibrado e penderia inevitavelmente para o lado da desvergonha, faço simplesmente votos para que o 2007 seja um ano onde a dignidade, a moral e o respeito sejam vitalícios, que a família e a felicidade ocupem por direito o trono da nossa vida e os amigos tirem BI para o resto do nosso caminho.
Para que tudo isto seja possível, e à laia de explicação tipo bilhete em garrafa lançado ao Tejo, basta seguir o conceito de lei universal onde Kant com clareza e exactidão tão bem expressou o carácter autónomo da razão, ou seja: quando decidimos uma acção, seguindo o criticismo das três perguntas básicas da filosofia Kantiana: Que posso saber?, Que hei-de fazer?, Que posso esperar?, devemos perguntar-nos se esta poderia ser tomada como lei universal, se sim, então, atreve-te a servir-te do teu próprio entendimento, tendo em atenção como dizia Voltaire, que a tolerância é o património da razão.
Pronto... fico-me por aqui.







