A nossa lei penal é tão má, que no caso do Presidente da República amanhã assassinar a mulher, permite que ele só seja julgado no final do mandato.
Até custa acreditar.
Hoje, no regresso a casa, ouvi na T.S.F. alguém proferir o seguinte absurdo:
A nossa lei penal é tão má, que no caso do Presidente da República amanhã assassinar a mulher, permite que ele só seja julgado no final do mandato.
A nossa lei penal é tão má, que no caso do Presidente da República amanhã assassinar a mulher, permite que ele só seja julgado no final do mandato.
Bem… como ninguém desmentiu, assumo que o absurdo não é absurdo e que absurda é a realidade da nossa lei penal.
O Marxismo está ultrapassado.
Encontro sempre histórias nos livros do Alçada Baptista, que me trazem outras histórias à cabeça.
Esta, direi simplesmente que é linda. Bem… direi também que é significativa, porque é.
O querido e saudoso António José Saraiva era surdo e usava um aparelho com pilhas que ligava e desligava. Nos seus tempos de comunista foi várias vezes preso. Uma vez, num interrogatório o pide perguntou:
Esta, direi simplesmente que é linda. Bem… direi também que é significativa, porque é.
O querido e saudoso António José Saraiva era surdo e usava um aparelho com pilhas que ligava e desligava. Nos seus tempos de comunista foi várias vezes preso. Uma vez, num interrogatório o pide perguntou:
- Mas o senhor não acha que o marxismo está ultrapassado?
Ele não percebeu bem:
- O quê?
- Se o senhor não acha que o marxismo está ultrapassado?
O António José Saraiva desligou o aparelho e disse:
- Ora, estou eu aqui a gastar pilhas…
Ele não percebeu bem:
- O quê?
- Se o senhor não acha que o marxismo está ultrapassado?
O António José Saraiva desligou o aparelho e disse:
- Ora, estou eu aqui a gastar pilhas…
Observando...
Hoje e porque a produtividade anda pelas ruas da amargura (é o que dizem) fiz uma pausa às 19:50hs para uma tosta mista e uma imperial.
Sentado ao balcão (adoro o balcão, e bar que não tem umas cadeirinhas ao balcão, não é bar), dizia eu, sentado ao balcão enquanto degustava uma bela e gordurosa tosta em pão denominado caseiro, reparo numa mesa próxima um casal de namorados: ela dos seus dezanove e bonita, ele, bem parecido, talvez andasse pelos vinte e cinco, em grande arrulho e em constantes gestos e olhares melosos.Tentei-me no exercício de os imaginar daqui a vinte anos, para no fim me perguntar: Ó pá tinhas alguma coisa, que estragar cena tão bonita?
Sentado ao balcão (adoro o balcão, e bar que não tem umas cadeirinhas ao balcão, não é bar), dizia eu, sentado ao balcão enquanto degustava uma bela e gordurosa tosta em pão denominado caseiro, reparo numa mesa próxima um casal de namorados: ela dos seus dezanove e bonita, ele, bem parecido, talvez andasse pelos vinte e cinco, em grande arrulho e em constantes gestos e olhares melosos.Tentei-me no exercício de os imaginar daqui a vinte anos, para no fim me perguntar: Ó pá tinhas alguma coisa, que estragar cena tão bonita?
Um novo rumo para Portugal - Parte XIII

Agostinho da Silva era um homem com grande espírito de grandeza e de partilha, que o levou ao desafio de apelar ao mais íntimo de um património de mestiçagem, afirmando que “o papel de Portugal na Europa é fazer da Europa um novo Brasil” e sobre o Quinto Império diria: “Acredito no Quinto Império, porque senão o acto de viver era inútil. Para quê viver se não achássemos que o futuro vai trazer-nos uma solução que cure os problemas das sociedades de hoje?”
A pesquisa agora apresentada, sobre o tema dos que pensaram diferente Portugal e também sobre os que agora o pensam diferente, por se destinar a um weblog – ficou por incapacidade do autor demasiado longa e daí o motivo da divisão em vários posts.
Muito mais haveria a dizer sobre o assunto, mas, por agora preferimos ficar por aqui e dar a palavra aos novos pensadores, os dois que referimos na Parte I desta série de posts, não estão sós nesta aventura, escolhemo-los por o primeiro; Rui Marques, ter já editado um livro e o segundo; Rui Martins, que me parece mais interessante, ter criado um blog, “Quintos” assumindo ter bebido no pensamento dos que profetizaram o Quinto Império, e onde nos é possível questioná-lo à medida em que nos vai apresentando o seu pensamento, e isso é sem sombra de dúvida admirável, e eu, serei um seguidor atento, esperando vir a ser intenso na admiração da sua obra, no sentido de a acompanhar, com abertura de espírito e sem admiração de fachada, estarei à espreita de novas ideias e aplaudo entusiasticamente a iniciativa, com votos de que sejam profícuos no pensar de um novo rumo para Portugal.
Que à vida real
Deus o leve
breve
para a luz final
em sonho sidéreo
avance o Quinto Império
invisível
incompreensível
como deve
Agostinho da Silva
Nota final.
Como diz José Gil (1) […] o que surge como diferente aparece como uma ameaça à igualdade que a inveja protege. Igualdade niveladora por baixo, porque impede a expressão da singularidade: toda e qualquer manifestação de originalidade é considerada superior, e rejeitada.
[…] a ausência de intensidade na admiração, em Portugal ou talvez mesmo, a falta de verdadeira admiração na relação com uma obra, um autor, um acontecimento. Se alguém exprime uma admiração desmedida ou “excessiva”, o seu entusiasmo é logo considerado suspeito. Como se aquela expressão elevasse o sujeito admirativo a um nível superior intolerável. Ora, precisamente, a admiração dá força, induz intensidades: por osmose, o admirador participa das virtudes do admirado.
(1) – Portugal, Hoje O medo de existir da Relógio D’Água p. 98-99
Post para espíritos jovens.
Ontem fui ver este: o Scrat está em grande, melhor que no primeiro.

Coisas, da Visão Júnior.
Pergunta o filho camelo:
- Pai, porque temos duas bossas?
- São reservas de água para as longas travessias do deserto.
- Pai, porque temos as pestanas tão grandes?
- São uma protecção para as areias do deserto não nos entrarem nos olhos.
- Pai, porque temos umas patas tão grandes?
- Para não nos enterrarmos nas areias quando atravessamos o deserto.
- Pai, porque temos isso tudo… se estamos no jardim zoológico?
Bem... Pois… e atar um embrulho com um fio de azeite, ou cozer umas calças com linhas de comboio, parecerá coisa normal?
PS: Desculpem, mas é o que dá meter-me nas leituras da minha filha.
Venha o Porto!!!
Um novo rumo para Portugal - Parte XII

Agostinho da Silva, era um homem inesperado e a sua lógica era outra, como diz António Alçada Baptista, quando relembra os amigos (1) e começa assim a falar dele:
Não posso deixar de lembrar Agostinho da Silva, porque ele foi um homem-referência na minha geração. A minha amizade vinha da admiração que me merecia um homem diferente, um homem como ainda não há.
Ele fez e ensinou tudo exactamente ao contrário daquilo que queria que a gente fizesse: num mundo que nos incitava a acumular riqueza, ele viveu no maior despojamento; num mundo que nos entusiasmava com o trabalho e as realizações, ele aconselhava a ociosidade; num tempo de internacionalização das nações, ele defendia e acarinhava os valores da Pátria e tudo aquilo que podia significar uma identidade nacional. E fazia isso sem espírito de cruzada: tudo parecia emanar naturalmente da constituição do ser humano para assim se reintegrar na ordem inscrita no universo primordial.
[…] Agostinho da Silva ajudou a fundar Universidades, fez respeitar Portugal e falou sobre o sonho do mundo da Língua Portuguesa e do que ele podia significar numa época onde afloram tantos indícios de deixarmos uma civilização do poder para uma civilização de diálogo e de cultura. Por todos os lados onde passou deixou uma espécie de rasto de luz e de lenda, como quem, ao mesmo tempo, acredita e desconfia sobre se aquilo que dizia estava certo.
[…] Estas pessoas são raras mas são necessárias porque nós precisamos de ir vendo como serão os homens do futuro. Essas pessoas ensinam-nos que é possível existir de outra maneira e ter com o mundo e com os outros uma relação diferente. Termos sido contemporâneos de Agostinho da Silva é um motivo de esperança: ficamos com a prova de que estes homens são possíveis, que são feitos da mesma matéria que nós e que, possivelmente, só nos falta acrescentar um pequeno suplemento de alma para lhe imitarmos a vida.
(1) - Pesca à linha Algumas memórias da Editorial Presença, p. 205-206.
Sinais dos tempos?

Bem... eu não tenho pena dele, quero mais é que ele se dane, mas já tenho pena, dos pais, dos irmãos, dos avós, dos cunhados, dos tios, dos sobrinhos, dos amigos da família e até dos vizinhos deste indígena, palhaço e mentecapto.
Mas valerá a pena criticar este palhaço mentecapto? Com certeza não e, talvez seja preferível, passar a mão pela cabeça da Margarida Rebelo Pinto e dizer-lhe calmamente ao ouvido: vá lá... a critica é necessária e deves procurar aprender com ela, não fiques triste.
Sabes... a escrita não é uma criação espontânea, por mais original que penses ser e ás vezes te falte o tempo para pensar.
Um novo rumo para Portugal - Parte XI

George Agostinho Baptista da Silva, de seu nome completo, aprende a ler aos 4 anos, é fundador do Centro de Estudos de filologia da Universidade de Lisboa. É bolseiro em França e Espanha onde aprofunda conhecimentos em história, filosofia e literatura.
Lança em Portugal uma série de opúsculos de teor enciclopédico e em 1943, um desses cadernos, "O Cristianismo", provoca alguma celeuma nos meios católicos mais conservadores. O envio de uma carta ao cardeal patriarca de Lisboa e os acontecimentos anteriores levam à sua detenção no Aljube. Um grupo de sacerdotes de Braga promove, entretanto, uma autêntica cruzada contra a sua pessoa, que culmina com a sua excomunhão.
Cansado de Portugal, emigra para o Brasil na busca de novos caminhos.
Com o entusiasmo e o vanguardismo que sempre caracterizaram o seu percurso, ajuda a fundar universidades e cria diversos centros de estudos portugueses, regressando a Portugal em 1969, onde ao longo de mais de duas intensas décadas continua a lutar pela união da comunidade de língua portuguesa no mundo.
Dominando quinze línguas, o seu universalismo cultural eleva-o a cidadão do mundo.
Quando inquirido por Luís Machado, na sua última conversa tornada pública, (1) sobre o seu antieuropeísmo, respondeu que realmente não morre de amores pela Europa, adiantando: Mas será que a Europa julga que pode governar sem a Península, sobretudo sendo ela, como é, duplamente mediterrânica? É bom lembrarmo-nos que foi essa Península que construiu o Bundest Bank e outras coisas de grande dimensão.
[…] Talvez seja realmente menos pró-europeu, porque entendo que cabe à Península comandar essa união, sem a menor hesitação, e não só deve como pode fazê-lo.
(1) – A Última Conversa, Agostinho da Silva, da casa das Letras
Ainda Bilderberg...
Ainda e acerca do comentário que fiz aqui neste post, relacionado com a Associação secreta que dá pelo nome de Bilderberg e que, funciona como um governo-sombra mundial, acontece, que quase todos os que participam nas suas reuniões, ascendem a altos postos.
Na última reunião que teve lugar em Stresa, (Milão) em 2004, estiveram como então disse e, a convite do Balsemão que é membro permanente e pertence ao comité Steering; Santana Lopes e José Sócrates.
Santana Lopes, dois meses depois era primeiro-ministro, Sócrates pouco tempo depois, secretário-geral do PS, e cerca de um ano depois primeiro-ministro.
Na última reunião que teve lugar em Stresa, (Milão) em 2004, estiveram como então disse e, a convite do Balsemão que é membro permanente e pertence ao comité Steering; Santana Lopes e José Sócrates.
Santana Lopes, dois meses depois era primeiro-ministro, Sócrates pouco tempo depois, secretário-geral do PS, e cerca de um ano depois primeiro-ministro.
Para aqueles que acharam normal a vinda de Bill Gates a Portugal, as condecorações que recebeu e, a aparente cumplicidade com Sócrates, tenham presente que ele faz parte do grupo, e a sua mulher, Melinda Gates Co-fundadora da Fundação Gates, participou em 2004, tal como Santana Lopes e José Sócrates na reunião de Stressa.

Sabem que símbolo é este que aparece na imagem acima e que aparece nas notas de dólar americanas?
É o símbolo dos “Iluminati” e aparece também no logótipo do “Information Awareness Office” e é o mesmo que irá aparecer nos futuros Bilhetes de identidade norte-americanos e para quem não viu, veja, o vídeo “Masters Of Terror de Alex Jones”
As palavras que aparecem por baixo do Símbolo são:
Nuvus Ordo Seclorum, ou seja: Nova Ordem Mundial.
Um novo rumo para Portugal - Parte X

Não foi Pessoa mais feliz que Vieira, ele que também julgou ver sinais de uma transformação no “subconsciente nacional”, prenúncio do próximo advento de D. Sebastião à decaída Pátria e primeiro passo para o estabelecimento do Quinto Império. Mas D. Sebastião não apareceu e o Quinto Império, essa era famosa de civilização cristã universal sob a égide da Lusitânia, continuou envolta nas sombras do mito.(1)
Mais tarde, Agostinho da Silva agarra de novo na ideia, e chega mesmo a dizer (o que me deu um extraordinário gozo ouvir) que, “Portugal é o futuro do mundo.”
Agostinho da Silva, para uns, um homem referência, para outros, um místico utópico, é sem dúvida ambas, e um Homem Extra-Ordinário como lhe chamou Eduardo Lourenço (2). Segundo este, Agostinho da Silva, se foi “místico”, foi-o de um misticismo “sulfuroso” pela natureza naturalista da sua visão do mundo e da vida. Não se instalou na excepção, pregou e viveu no combate à ideia de excepção, em todos os domínios, numa espécie de anarquismo profético e radioso, no fundo mais próximo de Rousseau que de qualquer figura clássica da família “mística”.
(1) - Vida e Obra de Fernando Pessoa, Vol. II, João Gaspar Simões da Livraria Bertrand, 1950.
(2) – A Última Conversa, Agostinho da Silva, da casa das Letras
Tamiflu, o grande negócio.
Porque hoje é domingo, e não acreditando eu na tão apregoada pandemia aviária, porque já a discuto em blogs desde o ano passado e, fartei-me do histerismo sobre o assunto, decidi partilhar com os que por aqui passam, o que penso.
Não sei se sabem, mas o virus aviário (H5N1) foi descoberto há 9 anos no Vietnam e desde então morreram 100 pessoas em todo o mundo. Estes números demonstram, só por si, que este virus não é lá grande coisa em termos de eficácia, ou seja: não é nenhum papão como nos querem fazer crer.
Sendo assim, porque se fala então, tanto neste virus?
Bem… estou convencido que por um lado são questões comerciais e por outro o emprenhar crónico de que sofre a Europa quando os norte-americanos decidem fecundá-la, e nada mais. Senão vejamos: quem lançou o alerta sobre o H5N1 foram os norte-americanos. Até aqui nada de extraordinário, dirão alguns, mas se juntarmos mais uma pequena informação, talvez não seja bem assim. Vejamos esta: O Tamiflu é um antiviral humano, que alivia alguns sintomas de gripe comum e mesmo para essa função é questionado por uma parte da comunidade científica, e no caso do H5N1 segundo dizem também, apenas alivia a doença.
Quem diz isto? A revista espanhola Dsalud considerada uma das melhores do género, no seu último editorial.
Agora juntemo-lhes mais uma informação: O Tamiflu é comercializado pelos laboratórios Roche, que comprou a patente à Gilead Sciences Inc em 1996, logo na altura em que aparece a gripe aviária e que, por coincidência, o seu presidente era Donald Rumsfeld actual secretário da defesa dos USA e que é hoje o seu principal accionista.
Depois do alarme dado pelos norte-americanos, as vendas passaram de 254 milhões em 2004, para 1000 milhões em 2005, e tudo isto porque os amigos de Rumsfeld; Bush e Cheney decidiram que o Tamiflu é a solução para a pandemia que ainda não se produziu e que em 9 anos ceifou o astronómico número de 100 vidas humanas em todo o mundo.
Bem…eles não acertaram quando disseram que no Irak havia armas de destruição maciça, mas a Europa acredita que eles agora podem acertar na pandemia. (!?)
Aqueles que chegaram até este ponto no texto e se interrogam, porque não ficou então a Gilead Sciences Inc com o bolo todo, pensem antes assim: Como é que iriam aprovar uma coisa destas quando a cabeça de cartaz (Rumsfeld) era o maior accionista? O golpe seria fazerem o negócio por fora, então recebe quando vende a patente e sabemos que recebeu também agora a titulo de retroactivos 62,5 milhões de dólares e mais 18,2 milhões extras pelas vendas superiores às contabilizadas entre 2002 e 2003.
Cá por mim, quando o Pentágono no passado mês de Outubro, veio dizer que Rumsfeld se absteve na votação, é porque alguém os está a apertar, porque existem outras evidências como por exemplo: quando os laboratórios compraram a patente, compraram também 90% da produção mundial de anis estrellado que é a base do Tamiflu e que só existe na China fundamentalmente e em pequenas quantidades no Laos e na Malásia.
Não sei se sabem, mas o virus aviário (H5N1) foi descoberto há 9 anos no Vietnam e desde então morreram 100 pessoas em todo o mundo. Estes números demonstram, só por si, que este virus não é lá grande coisa em termos de eficácia, ou seja: não é nenhum papão como nos querem fazer crer.
Sendo assim, porque se fala então, tanto neste virus?
Bem… estou convencido que por um lado são questões comerciais e por outro o emprenhar crónico de que sofre a Europa quando os norte-americanos decidem fecundá-la, e nada mais. Senão vejamos: quem lançou o alerta sobre o H5N1 foram os norte-americanos. Até aqui nada de extraordinário, dirão alguns, mas se juntarmos mais uma pequena informação, talvez não seja bem assim. Vejamos esta: O Tamiflu é um antiviral humano, que alivia alguns sintomas de gripe comum e mesmo para essa função é questionado por uma parte da comunidade científica, e no caso do H5N1 segundo dizem também, apenas alivia a doença.
Quem diz isto? A revista espanhola Dsalud considerada uma das melhores do género, no seu último editorial.
Agora juntemo-lhes mais uma informação: O Tamiflu é comercializado pelos laboratórios Roche, que comprou a patente à Gilead Sciences Inc em 1996, logo na altura em que aparece a gripe aviária e que, por coincidência, o seu presidente era Donald Rumsfeld actual secretário da defesa dos USA e que é hoje o seu principal accionista.
Depois do alarme dado pelos norte-americanos, as vendas passaram de 254 milhões em 2004, para 1000 milhões em 2005, e tudo isto porque os amigos de Rumsfeld; Bush e Cheney decidiram que o Tamiflu é a solução para a pandemia que ainda não se produziu e que em 9 anos ceifou o astronómico número de 100 vidas humanas em todo o mundo.
Bem…eles não acertaram quando disseram que no Irak havia armas de destruição maciça, mas a Europa acredita que eles agora podem acertar na pandemia. (!?)
Aqueles que chegaram até este ponto no texto e se interrogam, porque não ficou então a Gilead Sciences Inc com o bolo todo, pensem antes assim: Como é que iriam aprovar uma coisa destas quando a cabeça de cartaz (Rumsfeld) era o maior accionista? O golpe seria fazerem o negócio por fora, então recebe quando vende a patente e sabemos que recebeu também agora a titulo de retroactivos 62,5 milhões de dólares e mais 18,2 milhões extras pelas vendas superiores às contabilizadas entre 2002 e 2003.
Cá por mim, quando o Pentágono no passado mês de Outubro, veio dizer que Rumsfeld se absteve na votação, é porque alguém os está a apertar, porque existem outras evidências como por exemplo: quando os laboratórios compraram a patente, compraram também 90% da produção mundial de anis estrellado que é a base do Tamiflu e que só existe na China fundamentalmente e em pequenas quantidades no Laos e na Malásia.
Bem…será que uma operação desta envergadura para um antiviral, não vos parece despropositado?
Um novo rumo para Portugal - Parte IX

Segundo Fernando Pessoa o lugar de cabeça do Quinto Império estava reservado a Portugal, como podemos ler no prefácio do “Quinto Império” obra de Augusto Ferreira Gomes em parceria com António Maria Pereira editado em 1934, em que Pessoa expõe a sua interpretação da profecia de Bandarra.
A esperança do quinto Império, tal qual em Portugal a sonhamos e concebemos, não se ajusta, por natureza, ao que a tradição figura como o sentido da interpretação dada por Daniel ao sonho de Nabucodonosor.
Nessa figuração tradicional, é este o seguimento dos impérios: o Primeiro é o da Babilónia, o Segundo o Medo-Persa, o Terceiro o da Grécia e o quarto o de Roma, ficando o Quinto, como sempre, duvidoso. Nesse esquema, porém, que é de impérios materiais, o último é plausivelmente entendido como sendo o Império de Inglaterra. Desse modo se interpreta naquele país; e creio que, nesse nível, se interpreta bem.
Não é assim no esquema português. Este, sendo espiritual, em vez de partir, como naquela tradição, do Império material de Babilónia, parte, antes, com a civilização em que vivemos, do império espiritual da Grécia, origem do que espiritualmente somos. E, sendo esse o Primeiro império, o Segundo é o de Roma, o Terceiro o da Cristandade, e o Quarto o da Europa – isto é, da Europa laica de depois da Renascença. Aqui o Quinto Império terá que ser outro que o inglês, porque terá que ser de outra ordem. Nós o atribuímos a Portugal, para quem o esperamos.
A chave está dada, clara e obscuramente, na primeira quadra do Terceiro Corpo das Profecias de Bandarra, entendendo-se que Bandarra é um nome colectivo, pelo qual se designa, não só o vidente de Trancoso, mas todos quantos viram, por seu exemplo, à mesma Luz. Este Terceiro Corpo não é, nem poderia ser, do Bandarra de Trancoso. Dizemos, contudo, que é do Bandarra.
A quadra é assim:
Em vós que haveis de ser quinto
Depois de morto o segundo,
Minhas profecias fundo
Nestas letras que VOS pinto.
Passando depois Pessoa à interpretação minuciosa da quadra, que por ser longa, não se transcreve aqui.
Reflexões.
Os nossos políticos são descaradamente mentirosos. Vivem o dia-a-dia na máxima de Goebbels: uma mentira várias vezes repetida transforma-se numa verdade.
A mentira em si, pode até não ser patológica, pode até ser racional, útil e eficaz em certas ocasiões, mas é patológico, o desejo que temos de sermos enganados ou a nossa infinita capacidade para fingir que a mentira é verdade. Só que, ninguém leva a mal porque já estamos habituados, aliás, em Portugal é-se penalizado por falar verdade, mesmo que seja por boas razões.
Aristóteles dizia que quando vamos ao teatro, vamos com o desejo e a predisposição, para sermos enganados e isso é normal, talvez por isso, porque teimamos em viver num pequeno teatro, Portugal é um mentiroso compulsivo, porque mente a si próprio e mente ao mundo e isso significa, que em Portugal não existem boas razões para falar verdade.
Mas será que não existem mesmo?
A mentira em si, pode até não ser patológica, pode até ser racional, útil e eficaz em certas ocasiões, mas é patológico, o desejo que temos de sermos enganados ou a nossa infinita capacidade para fingir que a mentira é verdade. Só que, ninguém leva a mal porque já estamos habituados, aliás, em Portugal é-se penalizado por falar verdade, mesmo que seja por boas razões.
Aristóteles dizia que quando vamos ao teatro, vamos com o desejo e a predisposição, para sermos enganados e isso é normal, talvez por isso, porque teimamos em viver num pequeno teatro, Portugal é um mentiroso compulsivo, porque mente a si próprio e mente ao mundo e isso significa, que em Portugal não existem boas razões para falar verdade.
Mas será que não existem mesmo?
Será que, encerrámos o ciclo do mar e nos reduzimos a nós próprios e à nossa dimensão como país?
Será que, o movimento dos cravos, que no dia 25 de Abril saiu à rua para os plantar nos canos das espingardas, foi mentira?
Será que, a mobilização impar e esplendorosa naqueles dias de Setembro, de um povo que mobilizou o mundo em torno de uma causa humanista como foi Timor, é mentira?
Será que, a unanimidade de pensamento e objectivo, que pôs todo um povo de acordo, num gesto redentor de todos os erros, é de somenos?
CLARO QUE NÃO! Portugal a espaços mostra a fibra das suas gentes, a fibra dos que venceram o Adamastor, e faz-nos acreditar, e faz-nos ter orgulho de sermos portugueses.
Um novo rumo para Portugal - Parte VIII

Fernando Pessoa, sugestionado por António Vieira e pelo profeta Bandarra, convenceu-se que o mito sebástico teria uma nova encarnação, que o faz, em louvor ao Presidente-Rei escrever esta quadra:
Flor alta do paul da grei
Antemanhã da Redenção,
Nele uma hora encarnou El-Rei
Dom Sebastião.
Comecemos, por ser importante, a descrever Pessoa pelas suas próprias palavras, quanto à sua religiosidade e patriotismo; podemos ler numa nota biográfica do poeta escrita em 30 de Março de 1935, como introdução ao poema intitulado: “À memória do Presidente-Rei Sidónio Pais”, só publicado em 1940 pela Editorial Império, o seguinte:
Posição religiosa: Cristão gnóstico, e portanto inteiramente oposto a todas as Igrejas organizadas, e sobretudo à Igreja de Roma. Fiel, por motivos que mais adiante estão implícitos, à Tradição Secreta do Cristianismo, que tem íntimas relações com a Tradição Secreta em Israel (a Santa Kabbalah) e com a essência oculta na Maçonaria.
Posição patriótica: Partidário de um nacionalismo místico, de onde seja abolida toda a infiltração católica-romana, criando-se, se possível for, um sebastianismo novo, que substitua espiritualmente, se é que no catolicismo português houve alguma vez espiritualidade. Nacionalista que se guia por este lema: “Tudo pela Humanidade; nada contra a Nação”.
O insólito, ou talvez não...
Enquanto almoçava, vejo chegar um carro; parar na praça de táxis e o acompanhante do condutor sair em passo apressado na direcção da churrasqueira do lado.
Passados uns quinze minutos, este regressa com os franguinhos e lá se vão.
Enquanto ali estiveram, os táxis que chegavam tinham evidentemente de manobrar na fila para os contornar, e isto não mereceria grande atenção da minha parte, se a insólita situação não fosse provocada por quem devia dar o exemplo; a PSP.
Pois...
Passados uns quinze minutos, este regressa com os franguinhos e lá se vão.
Enquanto ali estiveram, os táxis que chegavam tinham evidentemente de manobrar na fila para os contornar, e isto não mereceria grande atenção da minha parte, se a insólita situação não fosse provocada por quem devia dar o exemplo; a PSP.
Pois...
Frases soltas no meu correio.
Nunca desistas do sonho.
Se não o encontrares numa pastelaria, procura na próxima.
Eu cavo, tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam.
Não é bonito, mas é profundo.
Errar é humano.
Colocar a culpa em alguém, então nem se fala.
Alguns matrimónios terminam bem, outros duram toda a vida.
É pior ter Parkinson do que Alzheimer, porque mais vale um gajo esquecer-se de pagar a imperial do que entorná-la.
Autor: Um amigo do Parkinson, creio… não me lembro.
Se não o encontrares numa pastelaria, procura na próxima.
Eu cavo, tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam.
Não é bonito, mas é profundo.
Errar é humano.
Colocar a culpa em alguém, então nem se fala.
Alguns matrimónios terminam bem, outros duram toda a vida.
É pior ter Parkinson do que Alzheimer, porque mais vale um gajo esquecer-se de pagar a imperial do que entorná-la.
Autor: Um amigo do Parkinson, creio… não me lembro.
Um novo rumo para Portugal - Parte VII

Na História do Futuro podemos ler o seguinte:
Tudo que abraça o mar, tudo que alumia o sol, tudo o que cobre, e rodeia o sol, será sujeito a este Quinto Império: não por nome ou título fantástico, como todos que até agora se chamaram impérios do mundo; senão por domínio, e sujeição verdadeira. Todos os reinos se unirão em um ceptro, todas as cabeças obedecerão a uma suprema cabeça, todas as coroas se rematarão em um só diadema, e esta será a peanha da cruz de Cristo. (1)
É este o império espiritual do padre António Vieira, implantado sob a Cruz e que, no rasto do sapateiro de Trancoso cujas profecias datavam de 1554, predizia o mito sebástico vinte e quatro anos antes da batalha de Alcácer Quibir.
Antes do Padre António Vieira, já Francisco Paula nas cartas proféticas a Simão Ximenes, Nostradamus nas Centúrias, e Bandarra, no terceiro corpo, procuraram explicar o sonho de Nabucodonosor na interpretação de Daniel, atribuindo-lhe um sentido favorável ao Ocidente.
(1) – História do Futuro, Oficina de António Pedrozo Garlam, ano de 1728, p. 32-33.
Sporting não desarma.
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