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Só com saco de enjoo…

Depois do post anterior, fiquei sem saber sobre que assunto postar, parecia até, que as ideias, se é que alguma vez aqui assentaram arraiais, tinham mudado de rua.

Acontece, que antes da rendição a televisão veio em meu socorro e revejo o discurso de Bush nas Nações Unidas (não comecem já a esfregar as mãos, porque não o vou morder). Com mais atenção desta vez e na parte em que sem punhos de renda se dirige ao Sudão, acusando o Governo de cometer genocídio em Darfur, reparo que são focados pelas câmaras os seus três representantes, estando um deles a fazer um enorme sorriso e mexendo-se na cadeira.
Felizmente os outros dois não riam, o que me levou a concluir, que este a saber inglês desconheceria o significado da palavra genocídio. Quem riu fui eu pouco depois e, com uma valente gargalhada (nervosa é certo, por saber não estar sintonizado na Sic-comédia), ao ouvir numa conferência de Imprensa, não sei aonde, aquele que um dia disse: que o único erro de Hitler foi não dar conta do recado, afirmar num golpe acrobático e com a naturalidade dos mentirosos patológicos, que não é anti-semita dizendo, que os Judeus são respeitados por todos os seres humanos.
É claro que estou a falar de Mahmoud Ahmadinejad presidente do Irão, o mesmo, que tempos atrás (dois meses?), defendia o varrimento do mapa do Estado de Israel.

Como diz o Paulo Nogueira: “A vida é mesmo confusa: se ela fosse lógica, os homens é que andavam a cavalo de lado”.